Segundo a própria Organização Mundial da Saúde, uma das regras de ouro para uma vida saudável é a alimentação adequada e equilibrada, composta de alimentos naturais ou minimamente processados. Nesse sentido, os alimentos ultraprocessados, entre os mais populares nas prateleiras do supermercado atualmente, vêm de encontro a essa ideia e causam diversos malefícios para o seu corpo e para sua saúde.

 

Atualmente, o consumo excessivo desse tipo de alimento, somado à falta de atividade física, o álcool e o fumo, são as principais causas de doenças no mundo, como obesidade e diabetes.

 

Simultaneamente com problemas de desnutrição e deficiência de nutrientes na alimentação, o Brasil vem enfrentando um aumento expressivo do sobrepeso e obesidade em milhões de pessoas, seja crianças ou adultos. Por isso, qualquer um que entenda de alimentação desaconselha o consumo, ou pelo menos indica a redução de alimentos ultraprocessados, visando melhorar os hábitos alimentares da população.

Nesse texto, vamos explicar o que são os alimentos ultraprocessados, quais malefícios eles podem causar no organismo e como a prática regular de exercícios pode minimizar esses efeitos.

 

O que são alimentos ultraprocessados?

Talvez você recorde de, alguma vez, ter chegado em casa, depois de uma rotina intensa e pensado em fazer algo simples para comer, como um miojo ou uma sopa instantânea, não é? Pois é, esses dois alimentos fazem parte da categoria de alimentos ultraprocessados. Feito de forma industrial, inteiramente ou majoritariamente de substâncias extraídas de alimentos, como óleos, gorduras, açúcar e amido, e muitas vezes sintetizado em laboratórios com base em matérias orgânicas como petróleo e carvão (corantes, aromatizantes e realçadores de sabor), esse tipo de alimento não faz nada bem para a saúde. Muitas dessas substâncias atuam como aditivos alimentares que servem apenas para estender a duração de um ultraprocessado, dando mais cor, sabor, aroma e textura para o alimento, tornando-os extremamente atraentes para o público.

 

Além disso, antes de chegarem até as prateleiras do mercado, os ultraprocessados também passam por processos, como extrusão, moldagem, pré-processamento, cozimento e até fritura, diminuindo ainda mais sua qualidade. Por isso, alimentos como biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, refrigerantes, balas e macarrão instantâneo são nutricionalmente desbalanceados e não auxiliam para que você tenha uma alimentação rica em nutrientes. Além disso, suas formas de produção, distribuição e consumo afetam também a cultura, vida social e o meio ambiente da sociedade.

 

Efeitos dos ultraprocessados para a saúde

Depois de todas essas informações, você já deve estar imaginando o mal que esses alimentos fazem para o seu corpo e organismo. O consumo de ultraprocessados está ligado ao consumo excessivo de calorias e, com frequência, são ricos em gorduras ou açúcares (muitas vezes os dois). Também é comum que apresentem alto teor de sódio por conta de sua grande quantidade de sal, necessária para aumentar a vida útil dos produtos e intensificar seu sabor. No refrigerante, por exemplo, o sal é utilizado para equilibrar o alto teor de açúcar, encobrindo um sabor enjoativo e indesejável.

 

Quando consumimos alimentos ultraprocessados, tendemos a ingerir, de forma inconsciente, muito mais calorias do que de fato precisamos. Essas calorias, quando não utilizadas pelo organismo, acabam estocadas em nosso corpo e, consequentemente, transformadas em gordura. O resultado muitas vezes é a obesidade.

Além disso, alimentos desse tipo costumam ter muito pouca fibra, essencial para a prevenção de doenças do coração, diabetes e alguns tipos de câncer. Também são pobres em vitaminas, minerais e outras substâncias que naturalmente estão presentes em alimentos não processados ou minimamente processados.

 

Como os exercícios físicos podem ajudar

Já não é segredo, mas a gente reforça: exercícios físicos são um dos pilares para uma vida saudável. Somados a uma boa alimentação, podem até mesmo evitar doenças e prolongar o tempo de vida de uma pessoa. Em casos em que o consumo de alimentos ultraprocessados já acarretou problemas para a saúde, é possível diminuir alguns deles traçando uma rotina de exercícios focada com ajuda especializada e personalizada para você.

 

Além da hidratação obrigatória, mude sua alimentação, optando por alimentos naturais ou pouco processados, com variedade de nutrientes e vitaminas. Após isso, foque seu treino nos resultados que você espera e converse com um profissional para iniciar uma nova vida em busca de uma rotina feliz e saudável.

 

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