Ninguém pode negar que comer é uma das melhores coisas que existem no mundo. Afinal, não tem nada melhor do que saborear as delícias que mais amamos e sentir a felicidade de desfrutar desse momento. Mas será que o prazer de ingerir alimentos pode estar associado ao alívio do estresse e da tristeza?

 

Mesmo não existindo consenso entre especialistas, alguns trabalhos científicos e pesquisas afirmam que certos alimentos podem ter poder suficiente para espantar a tristeza e combater a depressão e a ansiedade, além de melhorar o seu humor. Alguns deles auxiliam até mesmo no combate à depressão, porque estimulam a produção e liberação de neurotransmissores, substâncias que transmitem impulsos nervosos ao cérebro trazendo sensação de satisfação e bem-estar e, consequentemente, alívio de estresse e da própria tristeza.

 

Contudo, não é o mais indicado associar seus momentos de estresse ou tristeza com comida, afinal, os alimentos não são a cura para esses problemas e sim uma forma de fugir momentaneamente deles. Até porque os alimentos que auxiliam nesses prazeres momentâneos podem ser justo aqueles que não fazem tão bem para a saúde, como doces, gorduras ou carboidratos com calorias muito elevadas. Salgadinho, refrigerante, sorvete, chocolate, massas, pães: todos eles são exemplos disso.

 

Quais os alimentos que ajudam na melhora emocional?

 

Para que nossos níveis cerebrais cheguem ao ponto de satisfação, eles dependem da ingestão de alimentos ricos em triptofano e de carboidratos. O triptofano, uma vez no cérebro, aumenta a produção do neurotransmissor. Por isso, dietas ricas em carboidratos podem ser utilizadas para a melhora do humor, mandando para longe a tristeza e o estresse. Entretanto, o consumo desses alimentos deve ser equilibrado e orientado por um profissional, para conquistar o equilíbrio e não aumentar peso de forma excessiva.

 

Aqui é preciso ter cuidado, como falamos anteriormente, com o consumo de gorduras e doces em excesso. O que a princípio pode favorecer uma melhora de humor, depois pode agravar um quadro de tristeza. Isso porque uma alimentação pobre em nutrientes e cheia de açúcar tende, em longo prazo, a deixar a pessoa deprimida e cansada, já que o organismo acaba ficando desgastado.

 

A vitamina B6, encontrada em cereais integrais, na semente de gergelim, na banana e no atum, também auxilia na energia do corpo. Isso ocorre também com o selênio, encontrado em castanhas, nozes, amêndoas, trigo integral e peixes. O folato ou ácido fólico também é uma vitamina antidepressiva e pode ser encontrada no espinafre, no feijão branco, na laranja, no aspargo, na maçã e na soja. Cereais integrais, leguminosas, oleaginosas, carnes magras, peixes, ovos, leite, queijos magros, frutas e legumes também não podem faltar.

 

Por que nosso apetite muda conforme nosso nível de estresse e ansiedade?

 

O estresse, a ansiedade ou até mesmo a tristeza podem influenciar no nível do nosso apetite. Tanto o aumento quanto a diminuição significativa e repentina do apetite podem indicar esses problemas. E isso é comum, pois é um dos sinais que o corpo dá de que é preciso fazer algo, afinal, o estresse e a tristeza podem levar a futuros problemas muito maiores, como depressão e ansiedade, se não identificados e tratados em seus primeiros sinais. É por isso que o apetite muda, aumentando ou diminuindo dependendo da pessoa e do seu organismo.

 

De maneira geral, pode-se dizer que o equilíbrio traz saciedade e também diminui problemas como o estresse e a tristeza, auxiliando inclusive na saúde do seu corpo e organismo. O conjunto faz a diferença. E nesse equilíbrio, além da dieta, também é necessário realizar exercícios físicos, já que eles também auxiliam na nossa satisfação e são bons aliados para combater o estresse e a tristeza. Então que tal começar esse equilíbrio agora? A Performa tem o que você precisa. Acesse aqui, agende uma semana teste e traga mais equilíbrio para sua vida.